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  • 10:23
  • 30/07

Centro de Mioma oferece alternativas para tratamento da doença



Conviver com qualquer tipo de doença não é nada agradável, ainda mais se for indicada a retirada de um órgão. Nos EUA, cerca de 600 mil mulheres por ano são submetidas à retirada do útero, sendo a principal indicação os miomas. No Brasil, em 2007, foram realizadas somente pelo SUS cerca de 115 mil histerectomias. E as técnicas alternativas para preservação do útero ainda é privilégio de poucas mulheres. Pensando nisto, o médico ginecologista Michel Zelaquett, que dedicou toda sua formação ao tratamento dos miomas uterinos, criou o Centro de Mioma, onde as mulheres podem ser tratadas sem que o útero seja retirado, como acontece na maioria dos casos.

Estima-se que uma em quatro mulheres tem mioma. E na maioria das vezes, o ginecologista indica como única opção a retirada do útero. Mas o desejo de gravidez, o medo de uma cirurgia, a necessidade de retornar às atividades do trabalho, o medo de se sentir "menos mulher" ou o simples desejo de não retirar o útero fazem, cada vez mais, a mulher moderna procurar por alternativas à histerectomia. Fluxo menstrual aumentado, cólicas menstruais e aumento do volume abdominal são os principais sintomas causados pelos miomas. É importante dizer que eles também podem ser causa de infertilidade e abortamentos de repetição.

O Centro de Mioma, que atua no Rio de Janeiro (Barra da Tijuca, Centro, Jacarepaguá e Nova Iguaçu), chega com um novo conceito neste tipo de tratamento, com a principal finalidade da manutenção do útero. A proposta é adequar o tratamento às necessidades e aspirações de cada mulher, visando a melhor relação custo-benefício na manutenção da qualidade de vida e na realização de objetivos pessoais.

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Dr. Michel Zelaquett responsavel pelo Centro de Mioma

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