- 14:00
- 04/09
Gene pode definir se homem é "bom partido", diz estudo
Se o homem tem ou não uma variação de um gene pode ajudar a decidir se ele é um "bom partido". O mesmo gene que afeta a habilidade de um roedor de ser monógamo pode afetar casamentos humanos.
Homens carregando uma variação comum de um gene envolvido em sinais cerebrais tendiam mais a terem casamentos infelizes do que homens com a outra versão, descobriu uma equipe do Karolinska Institute, da Suécia.
Os pesquisadores disseram à revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences" que os efeitos da variação genética ainda não são totalmente conhecidos, mas outras pesquisas sugerem que ela esteja relacionada à habilidade de comunicação e empatia.
"O foco do estudo era verificar o quão fortemente os homens se conectam com suas parceiras, não a infidelidade", declarou Hasse Walum, do departamento de epidemiologia e bio-estatísticas do instituto.
A equipe do Karolinksa Institute estava intrigada por estudos anteriores que mostraram que uma diferença genética parecia explicar porque uma espécie de arganaz (um tipo de roedor da Eurásia e África) forma um laço para a vida toda com a parceira e outras se acasalam de forma promíscua.
Os pesquisadores procuraram pelo gene AVPR1a em 552 pares de homens gêmeos suecos nascidos entre 1944 e 1971. Suas esposas detalharam laços paternais, relações com as crianças, casamento, personalidade e saúde mental
Outras informações no site HypeScience
Leia mais sobre: relacionamentos, genética
Homens carregando uma variação comum de um gene envolvido em sinais cerebrais tendiam mais a terem casamentos infelizes do que homens com a outra versão, descobriu uma equipe do Karolinska Institute, da Suécia.
Os pesquisadores disseram à revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences" que os efeitos da variação genética ainda não são totalmente conhecidos, mas outras pesquisas sugerem que ela esteja relacionada à habilidade de comunicação e empatia.
"O foco do estudo era verificar o quão fortemente os homens se conectam com suas parceiras, não a infidelidade", declarou Hasse Walum, do departamento de epidemiologia e bio-estatísticas do instituto.
A equipe do Karolinksa Institute estava intrigada por estudos anteriores que mostraram que uma diferença genética parecia explicar porque uma espécie de arganaz (um tipo de roedor da Eurásia e África) forma um laço para a vida toda com a parceira e outras se acasalam de forma promíscua.
Os pesquisadores procuraram pelo gene AVPR1a em 552 pares de homens gêmeos suecos nascidos entre 1944 e 1971. Suas esposas detalharam laços paternais, relações com as crianças, casamento, personalidade e saúde mental
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